O Grupo de dança, tocadores de fandango e mestres artesãos de Cananéia tem como objetivo promover a cultura caiçara local.
O Grupo já participou de eventos nos seguintes lugares: Revlando São Paulo, Revelando Vale do Ribeira, SESC Itaquera, SESC Santos, SESC Pompeia, Mercado Paulista Solidário, Centro Cultural Plínio Marcos (Ilha Comprida/SP), II Festa de Violeiros de Votorantim/SP, Escolas da Rede Pública de Cananéia/SP, Festa Caiçara de Paranaguá/PR, Encontro de Fandango de Guaraqueçaba/PR, Festa do Livro em Paraty/RJ, Festa Caiçara de Peruíbe/SP e no Projeto Olhares Caiçaras.
Atualmente realiza Oficinas de Fandango com ensaios às quartas-feiras, das 19h00 às 20h00, na Praça Theodolina Gomes, na Rua do Artesão.
O Grupo já participou de eventos nos seguintes lugares: Revlando São Paulo, Revelando Vale do Ribeira, SESC Itaquera, SESC Santos, SESC Pompeia, Mercado Paulista Solidário, Centro Cultural Plínio Marcos (Ilha Comprida/SP), II Festa de Violeiros de Votorantim/SP, Escolas da Rede Pública de Cananéia/SP, Festa Caiçara de Paranaguá/PR, Encontro de Fandango de Guaraqueçaba/PR, Festa do Livro em Paraty/RJ, Festa Caiçara de Peruíbe/SP e no Projeto Olhares Caiçaras.
Atualmente realiza Oficinas de Fandango com ensaios às quartas-feiras, das 19h00 às 20h00, na Praça Theodolina Gomes, na Rua do Artesão.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Domingueira de Fandango!
Dia de São Gonçalo é comemorado na Casa do Fandango
Por Fernanda Martins


A ACUCA - Associação de Cultura Caiçara Cananéia e o Grupo de Fandango Batido São Gonçalo promoveram no dia dez de janeiro, sábado, a Festa de São Gonçalo, em comemoração ao seu dia. Às 18h00 teve início com o levantamento do mastro com estandarte e dança do São Gonçalo, em seguida teve um delicioso café no fogão à lenha com banana assada e bolinho de chuva e as comemorações finalizaram com um bom fandango!
O culto a São Gonçalo iniciou-se em meados do ano de 1279, anos após a sua morte. Venerado em todo o País, é representado de diversas formas, sobre uma ponte ou não, com ou sem viola, barba, bigode ou chapéu, de cajado ou bengala na mão. Aqui no Brasil o culto foi trazido pelos marinheiros no século XVI.
Segundo a tradição, Frei Gonçalo era muito alegre, tocava viola e sua alegria era contagiante. Vestia-se com roupas dos camponeses e operários da época: calção preso pouco baixo do joelho, meias pretas, botas braguesas, chapéu na cabeça e capa nas costas. Promovia festas familiares com danças e moda de viola, assim, através de seus bailes familiares, impediu que as jovens fossem trabalhar nos prostíbulos da região para sobreviver e, então todas conseguiam bons casamentos. Segundo consta, Frei Gonçalo tocava e dançava, porém em seus sapatos colocava pregos como penitência, daí o surgimento da dança de São Gonçalo. Foi beatificado pelo Papa Júlio III em 1561 e canonizado por Clemente XI. É invocado em Portugal e também aqui no Brasil, como padroeiro dos jovens que desejam um bom casamento e aqui no Brasil é o padroeiro dos violeiros.


A ACUCA - Associação de Cultura Caiçara Cananéia e o Grupo de Fandango Batido São Gonçalo promoveram no dia dez de janeiro, sábado, a Festa de São Gonçalo, em comemoração ao seu dia. Às 18h00 teve início com o levantamento do mastro com estandarte e dança do São Gonçalo, em seguida teve um delicioso café no fogão à lenha com banana assada e bolinho de chuva e as comemorações finalizaram com um bom fandango!
O culto a São Gonçalo iniciou-se em meados do ano de 1279, anos após a sua morte. Venerado em todo o País, é representado de diversas formas, sobre uma ponte ou não, com ou sem viola, barba, bigode ou chapéu, de cajado ou bengala na mão. Aqui no Brasil o culto foi trazido pelos marinheiros no século XVI.
Segundo a tradição, Frei Gonçalo era muito alegre, tocava viola e sua alegria era contagiante. Vestia-se com roupas dos camponeses e operários da época: calção preso pouco baixo do joelho, meias pretas, botas braguesas, chapéu na cabeça e capa nas costas. Promovia festas familiares com danças e moda de viola, assim, através de seus bailes familiares, impediu que as jovens fossem trabalhar nos prostíbulos da região para sobreviver e, então todas conseguiam bons casamentos. Segundo consta, Frei Gonçalo tocava e dançava, porém em seus sapatos colocava pregos como penitência, daí o surgimento da dança de São Gonçalo. Foi beatificado pelo Papa Júlio III em 1561 e canonizado por Clemente XI. É invocado em Portugal e também aqui no Brasil, como padroeiro dos jovens que desejam um bom casamento e aqui no Brasil é o padroeiro dos violeiros.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Evento Circuito Cultural
O Circuito Cultural tem o objetivo de desenvolver um processo de ação interdisciplinar visando à interação de crianças e jovens de forma saudável, lúdica, educativa e cultural.
Acontecerá no próximo dia 06 – sábado a partir das 9h00, através de um passeio com bicicletas com crianças, jovens e adultos, organizado pelo Departamento Municipal de Cultura, Ministério Público, Centro de Treinamento Mafetoni, Conselho Municipal da Criança e do Adolescente - CMDCA e Conselho Municipal de Assistência Social – CMAS. E com apoio do Grupo de Fandango Batido São Gonçalo, Associação Desportiva e Cultural de Capoeira Filhos de Cananeia, Grupo Hórus e Programa Escola da Família da Escola Estadual “Professora Yolanda Araújo Silva Paiva” e Escola Estadual “Professora Dinorah Silva Santos”, Rádio Comunitária Transmar FM, SABESP e Clube Maratayama. Também com a participação da Banda Municipal Maestro João Gonçalves de Araújo sob a Regência do professor Ramon Thiago Dias, dos alunos e professores das Oficinas Municipais: de Teatro, sob a orientação do professor Lucas Nascimento e a de Violão, sob a orientação do Professor Oséias Martinowski.
O circuito partirá da Praça Martim Afonso de Souza e percorrerá pontos pré-determinados e em cada ponto, haverá uma rápida apresentação de cada expressão artística e esportiva com a finalidade de sensibilizar os jovens da importância que é desenvolver uma habilidade artística e esportiva para a formação de uma pessoa.
Para se protegerem do calor e do sol levem garrafinhas de água, usem chapéus, bonés e protetor solar!
Participem!!!
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Painel na Rua do Artesão
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Breve histórico da folia do Divino em Cananéia
Por Amir Oliveira Garcia Filho e Neyton João Pontes
.jpg)
Trazida pela rainha Isabel de Portugal no século XVII, a Festa do Divino Espírito Santo é uma das mais antigas manifestações religiosas do Brasil.
A Bandeira, junto com a Festa do Divino, é uma das mais antigas expressões da nossa cultura e religiosidade, trazida pelos colonizadores portugueses.
Quando o povo fala de “O Divino” sem explicar o uso dessa expressão, está presente que se trata do espírito Santo do sinal da cruz.
A visita da Bandeira do Divino aos bairros rurais e aos sítios do interior das paróquias é um tempo de profunda vivência religiosa quando a família convida os foliões a entrar na casa com a Bandeira, enquanto, todos ouvem com muita devoção a cantoria dos foliões e prestam sua veneração à Bandeira, beijando as fitas ou a pombinha que está afixada no topo da Bandeira vermelha e representa o Divino.
Em seguida o povo dá sua oferta, antigamente “in natura” com produtos da lavoura, hoje mais em dinheiro. Há pessoas que fazem questão de fixar a cédula de sua oferta a uma das fitas. Depois, a família oferece café e alguma comida aos foliões e alguma coisa como balas ou bolo aos devotos que acompanham a Bandeira de casa em casa enquanto ela está no bairro. Na casa onde almoçam, os foliões possam muito bem, melhor ainda na casa onde pousam à noite. Nessa casa, a Bandeira é coberta com um pano vermelho e encerrada em lugar protegido.
Este rito solene de encerrar a bandeira, provavelmente tem a ver com o fandango que ocorria nas casas onde os foliões pousavam. Quem não gostaria de participar de um fandango por tão bons músicos?! Mas a Bandeira era coberta, separando, deste modo tradicional respeitoso, o sagrado do mundano. Dessas coisas, o povo não fala, mas todo mundo sabe que “deve ser feito assim”.
A despedida da Bandeira é outro momento cheio de devoção e respeito. Depois da cantoria da despedida, os moradores da casa beijam a Bandeira e os foliões partem para a próxima casa onde foram convidados ou se despedem no porto para pegar o barco – antigamente eram sempre canoas a remo – para viajar ao próximo bairro.
Essa festa riquíssima em tradição, sentimentos e gestos religiosos é muito antiga e ficou guardada com profundo respeito desde as tradições trazidas pelos portugueses que nos primeiros séculos da colonização ainda guardavam a religiosidade medieval do sul da Europa. Esta parte da Europa não tinha sofrido a influência da reforma protestante, assim que o Concílio de Trento (1545 – 1563) de início não atingiu a religiosidade católica da península ibérica nem suas colônias. A Bandeira do Divino sai em Cananéia da Igreja Matriz para os bairros e os sítios do interior do município. Esta despedida deve ser feita a cada ano, no dia três de maio (antigamente, dia da exaltação da Santa Cruz).
Acontecem Oficinas de Romaria na Casa do Fandango, às segundas-feiras, às 19h, com o Grupo de Fandango Batido São Gonçalo. Participe!
.jpg)
Trazida pela rainha Isabel de Portugal no século XVII, a Festa do Divino Espírito Santo é uma das mais antigas manifestações religiosas do Brasil.
A Bandeira, junto com a Festa do Divino, é uma das mais antigas expressões da nossa cultura e religiosidade, trazida pelos colonizadores portugueses.
Quando o povo fala de “O Divino” sem explicar o uso dessa expressão, está presente que se trata do espírito Santo do sinal da cruz.
A visita da Bandeira do Divino aos bairros rurais e aos sítios do interior das paróquias é um tempo de profunda vivência religiosa quando a família convida os foliões a entrar na casa com a Bandeira, enquanto, todos ouvem com muita devoção a cantoria dos foliões e prestam sua veneração à Bandeira, beijando as fitas ou a pombinha que está afixada no topo da Bandeira vermelha e representa o Divino.
Em seguida o povo dá sua oferta, antigamente “in natura” com produtos da lavoura, hoje mais em dinheiro. Há pessoas que fazem questão de fixar a cédula de sua oferta a uma das fitas. Depois, a família oferece café e alguma comida aos foliões e alguma coisa como balas ou bolo aos devotos que acompanham a Bandeira de casa em casa enquanto ela está no bairro. Na casa onde almoçam, os foliões possam muito bem, melhor ainda na casa onde pousam à noite. Nessa casa, a Bandeira é coberta com um pano vermelho e encerrada em lugar protegido.
Este rito solene de encerrar a bandeira, provavelmente tem a ver com o fandango que ocorria nas casas onde os foliões pousavam. Quem não gostaria de participar de um fandango por tão bons músicos?! Mas a Bandeira era coberta, separando, deste modo tradicional respeitoso, o sagrado do mundano. Dessas coisas, o povo não fala, mas todo mundo sabe que “deve ser feito assim”.
A despedida da Bandeira é outro momento cheio de devoção e respeito. Depois da cantoria da despedida, os moradores da casa beijam a Bandeira e os foliões partem para a próxima casa onde foram convidados ou se despedem no porto para pegar o barco – antigamente eram sempre canoas a remo – para viajar ao próximo bairro.
Essa festa riquíssima em tradição, sentimentos e gestos religiosos é muito antiga e ficou guardada com profundo respeito desde as tradições trazidas pelos portugueses que nos primeiros séculos da colonização ainda guardavam a religiosidade medieval do sul da Europa. Esta parte da Europa não tinha sofrido a influência da reforma protestante, assim que o Concílio de Trento (1545 – 1563) de início não atingiu a religiosidade católica da península ibérica nem suas colônias. A Bandeira do Divino sai em Cananéia da Igreja Matriz para os bairros e os sítios do interior do município. Esta despedida deve ser feita a cada ano, no dia três de maio (antigamente, dia da exaltação da Santa Cruz).
Acontecem Oficinas de Romaria na Casa do Fandango, às segundas-feiras, às 19h, com o Grupo de Fandango Batido São Gonçalo. Participe!
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
ACUCA e São Gonçalo na Festança Caiçara em Pedrinhas
Por Amir Oliveira Garcia Filho

Entre os dias 17 e 19 de outubro, em Pedrinhas, na Ilha Comprida, representantes da ACUCA – Associação de Cultura Caiçara Cananéia realizaram a Oficinas de Artesanato “Brincando de Madeiras”, com a participação de 46 pessoas, sob a coordenação de Amir Oliveira Garcia Filho e Fernanda Martins.
No sábado, dia 18, o Grupo de Fandango São Gonçalo apresentou o espetáculo “Batendo as Tamancas” no palco principal, recebendo muitos elogios. Parabéns meninos e meninas do Grupo, é assim que a nossa cultura popular paulista caiçara permanece viva.
Lembrando que os grupos de Fandango Rocio de Iguape, Vida Feliz, Caiçaras do Acaraú e Esperança de Cananéia realizaram um grande baile na Festança Caiçara.
“Eu, que estou vindo de uma cidade grande, desconheço essa realidade, que é muito diferente e rústica”, comentou a professora Regina Mara Belloube, sobre o evento.
Revelando São Paulo
XVIII Festival de Cultura Paulista Tradicional
Por Amir Oliveira Garcia Filho

A ACUCA – Associação de Cultura Caiçara e o Grupo de Fandango Batido São Gonçalo, através dos seus representantes, participaram de vendas, exposição e intercâmbio, nos dias de 12 a 21 de setembro, na capital paulista, no Parque do Trote na Vila Guilherme.
O evento foi promovido pela Secretaria de Cultura do estado de São Paulo e Abaçaí Cultura e Arte.
O violeiro e cantador, Rodolfo Vidal, do Grupo São Gonçalo, no dia 17 de setembro, quarta-feira, se apresentou com sua viola fandangueira e modas de sua autoria.
Em depoimento, o senhor João Fermino, rabequeiro e artesão, diz que ficou muito contente em expor a sua rabeca no evento, no qual tocou e realizou apresentações, sendo que é muito importante representar a cultura caiçara da rabeca.
Fica o nosso agradecimento à Rede Cananéia, ao Departamento de Cultura e ao Departamento de Transporte.
Municípios participantes: 105 com artesanato tradicional e manifestação cultural, tais como carro de boi, catira, fandango, congada,, culinária, folia do Divino, folia de Reis, jongo, tropeiro, Moçambique.
O Revelando São Paulo vem promovendo a cultura popular paulista como caminho para integração social.
Assinar:
Postagens (Atom)